Construtoras apostam em novo conceito de moradia para reaquecer o mercado imobiliário

porGilberto Britto Posted abr 6, 2019

Construtoras apostam em novo conceito de moradia para reaquecer o mercado imobiliário

Os apartamentos studio estão ganhando cada vez mais adeptos no Brasil e já somam mais de 5000 unidades à venda apenas na cidade de São Paulo. A previsão é de que esse número cresça ainda mais com o reaquecimento do mercado imobiliário na capital, que registrou um aumento de 41,2% de 2017 para 2018 nas vendas de unidades residenciais, segundo levantamento feito pelo Secovi-SP. Por serem uma opção moderna e prática de moradia com custo-benefício excelente, os projetos studio são a bola da vez das construtoras que enxergam nesse nicho uma chance de movimentar o mercado.

Mas, afinal, o que é um studio?

Os studios surgiram nos Estados Unidos como um segmento do estilo “armazém”, eles são a versão moderna dos antigos lofts. As principais características de um studio são a ausência de separação entre os cômodos, a metragem compacta e localização estratégica. Com tamanho de até 30m², esse tipo de apartamento é altamente recomendado para certos perfis que podem tirar todo proveito desse conceito feito especialmente para a vida moderna.

Então, para quem os studios são indicados?

Por serem apartamentos compactos, jovens casais e pessoas independentes são os perfis que mais se adequam aos studios, onde o custo-benefício e a localização são os principais atrativos. Executivos que preferem morar perto do trabalho em dias de semana também são um público bastante presente nos studios, assim como pessoas divorciadas, viúvos ou até casais da melhor idade que procuram espaços mais compactos para viver com tranquilidade, livres de casas ou apartamentos enormes que perderam a utilidade depois que os filhos adultos se mudaram para seus novos lares.

Os benefícios para esses perfis são incomparáveis. Onde mais se encontraria a liberdade que um apartamento compacto oferece em termos de preço baixo, necessidade mínima de manutenção e a qualidade de vida proveniente dos excelentes bairros onde estão localizados. Além do próprio apartamento, outra vantagem são seus condomínios, que oferecem estrutura de lazer e praticidade completos para que os moradores não sintam falta de nada.

porGilberto Britto Posted abr 1, 2019

Como ser bem sucedido ao alugar um imóvel

Os  processos decisórios de quem busca um imóvel para ocupar/alugar, passam por vários tipos de critérios. É nessa hora que nós, profissionais, mais ouvimos comentários do tipo “eu estava com outro em vista, mas acabei perdendo” ou “estou cansado de procurar, e toda vez que vejo algo interessante, já está indisponível ou sendo alugado para alguém mais”. É isso aí… e assim o seu tempo vai para o ralo, e você pode até mesmo acabar pressionado a resolver seu problema da forma como não gostaria. Então aí vão algumas dicas de nossa observação do dia-a-dia para que você trilhe um caminho mais seguro e otimize os seus resultados ao alugar um imóvel.

Não coloque o carro adiante dos bois

De nada adianta sair buscando, pedindo informações e visitando imóveis sem antes ter bem claros os seus objetivos, suas possibilidades e suas condições negociais.

Para dar um roteiro prático, responda antes às seguintes perguntas:

1 – Quanto à localização, o que o imóvel precisa no mínimo atender?

2 – Quanto às dependências, do que você realmente não pode prescindir?

3 – Quanto ao mobiliário, como deve estar o imóvel?

4 – Quanto ao custo total com a moradia, quanto no máximo você poderá despender?

Busque com foco nos seus objetivos

Sabendo com clareza o que realmente precisa, e as situações que está disposto a enfrentar, evite desviar de seus objetivos. Provavelmente você vai recorrer a catálogos de imóveis existentes às pencas na internet, revistas, sites, etc. Tudo bem, não há problema algum. Mas pode acontecer de você não encontrar nada imediatamente, e mesmo assim, nossa dica é: não se desespere, ainda é cedo para mudar seus planos. Se tiver a oportunidade, fale com um profissional corretor de imóveis da região de interesse, explique com clareza seus objetivos, e provavelmente ele poderá lhe dizer se o que você está planejando será mais ou menos possível de se encontrar no mercado naquele momento. Talvez ele possa lhe indicar algo que não esteve ao alcance de suas pesquisas, ou talvez ele lhe faça indicações ou recomendações que tornem o seu plano de alugar um imóvel mais perto do possível. É o trabalho dele.

Selecionados, só visite imóveis depois de confirmar pelas mais diversas perguntas se eles servem pra você. Isso vai lhe economizar tempo, dinheiro e alguns desprazeres.

Antecipe suas condições negociais

Estabeleça antes suas condições negociais. Um contrato de locação é um acordo de execução a médio ou longo prazo, onde se estabelece um relacionamento com o dono do imóvel ou seu administrador, e é muito importante que você desde logo já preveja como vai ser esse relacionamento, que estará refletido desde o começo no contrato de locação.

Em geral, para que esse vínculo seja estabelecido, serão requeridos de você 4 coisas apenas:

1 – Renda suficiente ao cumprimento das obrigações assumidas;

2 – Garantia compatível com o perfil do imóvel e da locação proposta;

3 – Idoneidade comercial e cadastral;

4 – Transparência sobre quem, como e por quanto tempo vai usar o imóvel.

Saber antecipadamente que garantias poderá oferecer e ter em mãos a documentação necessária à aferição das 3 primeiras condições, com certeza lhe poupará certos inconvenientes. Prepare-se pensando em todas as possibilidades que você tem. Sempre há proprietários ofertando excelentes negócios para um inquilino, em contrapartida a determinadas garantias locatícias com as quais melhor se afinizam. Se tiver dúvidas de como preparar-se, siga esses links e conheça as modalidades de garantias locatícias e a documentação básica que deve acompanhar a sua proposta de locação.

Formule sua proposta

Se você realmente deseja alugar um imóvel determinado, e quiser que sua proposta seja levada à sério, esqueça a ideia de que basta ligar para o proprietário, ou para o corretor que lhe apresentou o negócio, dizendo que quer abaixar o preço ou solicitando uma modalidade contratual não prevista. Uma proposta séria de locação deve conter, pelo menos, a descrição dos 4 itens citados acima, isso quando não lhe for exigida a documentação probatória, para que seja ao menos considerada.

Sem essa clareza, você corre o risco de estar esperando por uma resposta que nunca virá, ou que, caso venha, já não lhe seja útil. Peça ao corretor que lhe atende para ajudá-lo a elaborar sua proposta, estabeleça prazos, exija resposta. O corretor deverá lhe orientar quanto ao caso em particular e, junto com você, construirá a proposta com a maior chance possível de ser aceita. Tenha em mente que a proposta é uma manifestação séria, que uma vez aceita, deverá ser cumprida, e portanto, você só fará uma proposta para aquele imóvel que você tem convicção de que quer contratar.

Contrate com diligência

Depois de percorrer essas etapas, você provavelmente está em vias de realizar um bom negócio, já que tanto o imóvel, quanto as principais condições, lhe atendem aos objetivos.

Restam os cuidados finais, necessários ao seu sossego:

1 – Verificar se o locador é legítimo possuidor do imóvel – os corretores de imóveis já fazem isso por você;

2 – Verificar se há vícios graves no imóvel que possam impedir o seu uso seguro e, se for o caso, não contrate;

3 – Verificar se há vícios leves, e caso existam, que fique constando em contrato para que você não se veja responsável por corrigí-los depois;

4 – Conferir todos os encargos que, além do aluguel, são responsabilidade do inquilino pagar, desde impostos, taxas, contas de consumo, entre outras, e evite surpresas desagradáveis;

5 – Ler o contrato e pedir todos os esclarecimentos necessários antes de assiná-lo.

Via de regra, é responsabilidade do inquilino todas os serviços e obras necessários à manutenção e conservação do imóvel na vigência da locação, inclusive respondendo em caso de haver incêndio, razão pela qual, na maioria das vezes, exige-se cobertura de seguro. Para sua segurança, contrate uma apólice imediatamente.

Também em geral não se admite que o inquilino faça modificações no imóvel, ou se o fizer, fica obrigado a removê-las depois e, principalmente, não poderá exigir do proprietário devolução ou pagamento por melhorias executadas no imóvel. Caso você tenha o desejo de fazer alterações no imóvel, trate o assunto antes de contratar, e jamais espere modificações do combinado ao longo do contrato, pois o proprietário tem todo o direito de não aceitar.

Execute com responsabilidade

Contratada sua locação, comece bem, planejando sua ocupação e uso desde o início. Informe-se sobre as condições de mudança no condomínio, restrições à circulação e estacionamento de caminhões na região, horários permitidos, etc. Conheça as regras da vizinhança e, em Roma, faça como os romanos. Durante a locação, a obrigação básica do proprietário é garantir a posse e uso tranquilo do imóvel pelo inquilino. A do inquilino, conservar o imóvel e pagar pela locação e os encargos.

O inquilino tem o direito de permanecer no imóvel até o fim do contrato, ou de devolvê-lo antes, se quiser, pagando uma multa em compensação. E, sempre vale a pena lembrar, uma locação tranquila, com uma finalização correta, torna-se um ativo interessante para o inquilino, podendo até mesmo facilitar futuras locações por poder contar com a referência ou indicação do locador anterior. Quase ninguém conta com isso, mas deveria considerar. Afinal, o mundo está cada dia menor.

porGilberto Britto Posted abr 1, 2019

7 tendências em tecnologias educacionais

Como sabemos, o momento atual tem sido de constante evolução tecnológica, de mercado acirrado, de grande concorrência entre as escolas, de popularização do ensino híbrido e de famílias cada vez mais exigentes que buscam resultados e qualidade de ensino. Com isso, para se destacar no mercado da educação, faz-se necessário contar com novas ferramentas e tecnologias educacionais.

1 – Gamificação no ensino

A gamificação é uma tendência que usa jogos digitais para atrair os estudantes e engajar as equipes em algum objetivo voltado ao aprendizado. Em geral, os jogos utilizados apresentam alguma bonificação, pontuação e diferentes níveis de dificuldade. O uso da gamificação visa trazer atividades lúdicas para a escola, promovendo o trabalho em equipe, a criatividade, a flexibilidade e o entusiasmo dos jogadores. Dessa forma, o processo de aprendizagem se torna mais agradável, rápido e dinâmico.

2 – Chatbots para esclarecer dúvidas de alunos

Os chatbots — do inglês “chatter”, tagarelar, e “robot”, robô — são recursos possibilitados a partir de um programa de computador capaz de direcionar e incentivar conversas via texto ou voz. Além de esclarecer dúvidas, o chatbot pode ser utilizado para fazer revisões e gerar avisos e lembretes para os alunos. Conforme as questões se tornem mais avançadas ou muito específicas, um professor pode intervir e direcionar a conversa.

3 – Redes sociais como ferramenta de ensino

As redes sociais possibilitam que os educadores disponibilizem conteúdos extras para os estudantes, promovam discussões, tirem dúvidas e façam a mediação de grupos de estudo. Por meio dessa interação, os professores conseguem verificar as melhorias na escrita, a capacidade argumentativa, o interesse em determinados assuntos e a habilidade de seus alunos em elaborar textos. Embora essa seja uma das tendências mais acessíveis, é importante ter atenção aos conteúdos obrigatórios que serão disponibilizados. Como nem sempre todos os alunos têm redes sociais, os professores não podem oferecer todas as informações apenas por esse meio.

4 – Armazenamento em nuvem para materiais didáticos

O armazenamento de arquivos na nuvem permite que o usuário salve e compartilhe dados e arquivos de modo remoto e possa acessá-los em qualquer lugar e de qualquer dispositivo com acesso à internet. Uma das principais vantagens dessa tecnologia é que o aluno pode iniciar um trabalho na escola e terminá-lo em casa (e vice-versa). Além disso, é possível trabalhar com diversos aplicativos e arquivos sem a necessidade de instalá-los em um dispositivo.

5 – Realidade virtual e realidade aumentada em sala de aula

A realidade virtual proporciona uma experiência imersiva, permitindo a aplicação de simulações realistas. É possível proporcionar ao estudante, por exemplo, a experiência de vivenciar outras épocas ou locais. A realidade aumentada, por sua vez, é a integração do mundo digital nas atividades habituais. Os conteúdos podem ser acessados por meio de códigos especiais que geram experiências ímpares de aprendizado, até fora da sala de aula.

6 – Dispositivos mobile como uma das tecnologias educacionais

Os smartphones e os tablets estão cada vez mais presentes na vida de todos os indivíduos e, agora, vêm transformando os métodos educacionais. Por meio dos dispositivos móveis, é possível ter acesso fácil a diversos ambientes virtuais, aplicativos, blogs e sites e unir o mundo dentro e fora da sala de aula. Nesse contexto, é viável, por exemplo, unificar o ensino presencial a um aplicativo que complemente as informações da aula. Dessa forma, é mais fácil capturar a atenção do estudante contemporâneo.

7 – Programação e robótica para estimular a criatividade

A demanda por essas atividades vem crescendo a cada ano. A programação é capaz de ensinar novas formas de analisar e resolver problemas, com uma sequência de passos coesos que um computador ou um humano podem executar de forma efetiva. Dessa forma, a programação é capaz de estimular o raciocínio lógico e a criatividade e de desenvolver habilidades para a solução de situações adversas.

Já a robótica faz a ligação entre o mundo digital e o mundo real, por intermédio de máquinas cada vez mais capazes de interagir com o entorno. Ela também estimula a criatividade e desenvolve o interesse dos alunos pelas áreas da matemática, da física e da engenharia.

porGilberto Britto Posted mar 20, 2019

Empresas sonegam informação e comprometem resultados da comunicação

Uma empresa de pequeno porte, que despontou recentemente no mercado porque encontrou boas oportunidades de negócios, decidiu profissionalizar a sua comunicação. Na primeira reunião com a agência explicamos sobre a necessidade de realizarmos um bom diagnóstico para o desenvolvimento do Planejamento Estratégico.

Informações passadas pelos diretores em duas reuniões de briefing, planejamento e plano de ação desenvolvidos para seis meses – a velocidade das mudanças em tempo de comunicação 4.0 não permite mais antecipar um cronograma para 12 meses.  No entanto, dois problemas dificultavam o bom andamento dos processos de comunicação:

  • a falta de um profissional dentro da empresa que pudesse ser o canal direto com a agência de comunicação e marketing – a diretoria não tinha tempo para o atendimento;
  • a falta de transparência da empresa, que guardava a ‘sete chaves’ informações consideradas estratégicas, mas que eram relevantes para o alcance do objetivo global de comunicação pretendido pela organização.

Nesta minha caminhada, ainda não encontrei nenhum gestor que, numa conversa ‘olhos nos olhos’ duvidasse da importância de associar a comunicação ao processo de decisões da organização. Na primeira reunião, normalmente apresentam orgulhosos as ferramentas de comunicação já implantadas que, segundo eles, estariam vinculadas ao processo de gestão.  Esses seriam realmente merecedores de aplausos se, na prática, tudo fosse feito como ilustrado e como manda a boa comunicação estratégica.

Dificultador

Desenvolver um planejamento de comunicação estratégica é a parte mais simples de todo o processo. Mas fazer o gestor de uma pequena ou média empresa entender que a comunicação precisa ter conhecimento prévio do plano de negócios para executar com maestria o seu trabalho é algo que vem complicando a vida de alguns profissionais e comprometendo os resultados.

Nesse cenário, sem acesso a informações relevantes, sem receber a devida atenção dos empreendedores, não há outro recurso senão trabalhar com os processos reativos, o que podemos considerar como ‘apagar incêndio’, já que as decisões da diretoria chegam sempre em cima da hora e causam surpresa.  É preciso mudar essa cultura para que os resultados da comunicação apareçam. Caso contrário, a área de comunicação toda estará com os dias contados.

Treinamento

Para a empresa citada no início do texto, o total desconhecimento sobre os processos de comunicação levou a agência a realizar um treinamento de seis horas com os três diretores e os 28 funcionários, antes de seguir com a execução das ações. Entre os temas abordados, sem muita profundidade, estavam:

– comunicação empresarial (processos reativos) e comunicação estratégica (antecipação dos eventos);

– comunicação externa e comunicação interna de forma integrada;

– mídia paga (publicidade);

–  identidade visual;

– promoção por meio das mídias sociais;

–  inbound marketing (marketing de atração) e a produção de conteúdo para sites, blogs, podcasts, vídeos, newsletters, SEO, entre outros.

Depois do treinamento, um funcionário da área administrativa, que se apresentou como o mais inteirado com as ferramentas da comunicação e marketing, foi indicado como o porta-voz da empresa nas reuniões com a agência. Mensalmente, ele e o profissional de atendimento da agência passaram a participar de parte das reuniões da diretoria.

Como a empresa não tinha nenhuma familiarização com os processos da comunicação, a evolução foi lenta, mas tempo necessário para aprendizado. Os resultados começaram a fazer parte dos muitos gráficos e planilhas, a comunicação ganhou prestígio e vem sendo reconhecida como ‘um caminho sem volta’.

Escrito por Maria Helena Dias (MHD Comunicação)

Bacharel em Comunicação Social pela PUC Minas, jornalista, editora e revisora, pós-graduada em Administração em Marketing com Master Business Administration (MBA) pelo IBMEC, assessora e consultora de comunicação empresarial, com atendimento a empresas de diversos segmentos em várias capitais do país, empresária, diretora da MHD Comunicação desde o ano 2000, responsável por palestras, workshops e treinamentos nos mais variados campos da comunicação.
porGilberto Britto Posted mar 7, 2019

Brasil está entre os piores em ranking mundial de educação

O país está em 65º lugar entre 70 nações avaliadas em matemática pelo PISA em 2015. Em ciências, Brasil ficou entre os oito piores.

O Brasil está entre os oito piores países no ranking do PISA de aprendizado de jovens na área de ciências, atrás de países como Trinidad e Tobago, Costa Rica, Qatar, Colômbia e Indonésia. O país ficou na 63ª posição entre as 70 nações avaliadas nessa disciplina em 2015. No Brasil, o PISA foi feito em 2015 com 23.141 estudantes, de 841 escolas das 27 unidades federativas do Brasil.

Leitura

Já em leitura, o Brasil ficou entre os 12 piores países, com uma média de 407, bem abaixo da média de 493 da OCDE. Cerca de 20% dos estudantes de países membros da OCDE, em geral, não atingem o nível mínimo de proficiência em leitura. Em países como o Brasil, o Peru e a Indonésia, há mais alunos no nível mais baixo de proficiência que em qualquer outro nível.

Matemática

O pior desempenho geral do Brasil foi em Matemática, disciplina em que aparece entre os cinco piores países, com uma média de 377 (ante uma média de 490 entre os países da OCDE). No país, 70,3% dos estudantes estão abaixo do nível 2 em Matemática, o mínimo necessário para que o aluno possa exercer plenamente sua cidadania. Em países desenvolvidos, como a Finlândia, essa taxa é de 13,6%.

Desigualdade de resultados

Para a secretaria executiva do MEC, o resultado geral do Brasil é alarmante, já que é inferior ao registro de nações que investem menos que o país em educação. De acordo com o ministério, é possível melhorar os números se as políticas públicas funcionarem. Sobre a desigualdade interna, o estudo destaca que os números refletem as diferenças sociais e econômicas nas regiões do país. Enquanto o Espírito Santo foi o destaque positivo de 2015, Alagoas amargou a “lanterna” do ranking.

Soluções

Como possível solução, é preciso atualizar a base curricular comum por ser essencial à qualidade e à equidade do sistema. É preciso investir na formação dos professores, nos materiais de apoio, nos materiais didáticos e nas plataformas digitais.

Além disso, a secretaria executiva do MEC destacou que os números do estudo da OCDE reforçam a necessidade do estabelecimento da reforma do ensino médio.

porGilberto Britto Posted mar 7, 2019

Entenda o papel do corretor de imóveis na intermediação imobiliária

Ser isento na intermediação imobiliária é papel do corretor de imóveis. Saiba a melhor forma de se relacionar com o comprador e com o proprietário.

Durante uma intermediação imobiliária o papel do corretor vai além da conquista de mais uma comissão. Ele deve realizar uma negociação de forma neutra, encontrando para o comprador um imóvel dentro de suas condições e perspectivas, além de buscar as melhores possibilidades para o proprietário.

Se relacionar tanto com o comprador como com o proprietário é um desafio que merece atenção por parte do corretor para que ele consiga prestar um bom atendimento para seus dois clientes. Confira algumas dicas:

Preste um atendimento humanizado

Quando precisa-se de um imóvel para morar, uma pessoa busca um corretor no intuito de receber um atendimento personalizado que seja capaz de acelerar etapas e obter orientação segura durante todo o processo de compra.

Por outro lado, um proprietário que deseja vender uma propriedade procura um corretor também por segurança, mas principalmente por confiar em sua capacidade de negociação e da quantidade de clientes que seu histórico profissional é capaz de atrair.

Em ambos os casos, os clientes esperam um atendimento humanizado, onde eles possam ver suas perspectivas atendidas e suas interações respondidas em tempo hábil, para que seja possível as negociações avançarem ou não.

Não deixe de enviar propostas, de solicitar a avaliação do proprietário e de buscar condições favoráveis para ambos os lados. Um dos fatores que mais abala a credibilidade de corretores em sua capacidade de negociação é a falta de feedback para seus clientes. Não tome este caminho para ser um profissional de confiança.

Demonstre interesse pela intermediação

Um dos maiores receios de corretores de imóveis é de que compradores e proprietários entrem em contato, fato que pode gerar um negocio direto, sem a participação do intermediador. É este também um dos motivos pelos quais a localização é excluída nos anúncios imobiliários.

É claro que existem pessoas que desejam economizar o valor da comissão ou possuir um maior poder de barganha para comprar um imóvel. Mas o maior motivo pelo qual compradores e proprietários se aproximam é pela falta de agilidade no atendimento do corretor de imóveis.

Para evitar este incômodo, demonstre interesse pela intermediação. Por mais que ela esteja complicada. Se a proposta do comprador é fora da realidade, ofereça dados comparativos de outros negócios na região. Traga-o para a realidade, mas de uma maneira gentil e honesta.

Ao proprietário, não apresente apenas propostas, mas também relatórios de leads, de visitas, agendamento. Mantenha contato com ele constantemente. É no silêncio do corretor que os proprietários buscam outras empresas para vender seu imóvel ou ele mesmo encontra meios de fazer isso.

Atue de maneira neutra entre seus clientes

Por mais que você tenha bom relacionamentos com o comprador ou com o proprietário do imóvel, durante a intermediação o corretor deve tomar uma atitude neutra, sem tomar partido para um ou outro.

Respeitar os desejos de uma família de morar em um novo lar, da maneira com que sempre sonharam deve estar acima de qualquer desejo de comissão. Ter um leque de imóveis que possa atender a este cliente, deve ser um diferencial considerado tanto por compradores como por proprietários.

A atuação isenta do corretor de imóveis é uma postura que independe do tempo que ele tem de profissão. Ele deve entender a sua importância na realização de uma intermediação imobiliária assegurando um bom negócio para ambos os lados, conquistando assim, sua justa comissão.