Categoria CONSTRUÇÃO CIVIL

porGilberto Britto

Construtoras apostam em novo conceito de moradia para reaquecer o mercado imobiliário

Os apartamentos studio estão ganhando cada vez mais adeptos no Brasil e já somam mais de 5000 unidades à venda apenas na cidade de São Paulo. A previsão é de que esse número cresça ainda mais com o reaquecimento do mercado imobiliário na capital, que registrou um aumento de 41,2% de 2017 para 2018 nas vendas de unidades residenciais, segundo levantamento feito pelo Secovi-SP. Por serem uma opção moderna e prática de moradia com custo-benefício excelente, os projetos studio são a bola da vez das construtoras que enxergam nesse nicho uma chance de movimentar o mercado.

Mas, afinal, o que é um studio?

Os studios surgiram nos Estados Unidos como um segmento do estilo “armazém”, eles são a versão moderna dos antigos lofts. As principais características de um studio são a ausência de separação entre os cômodos, a metragem compacta e localização estratégica. Com tamanho de até 30m², esse tipo de apartamento é altamente recomendado para certos perfis que podem tirar todo proveito desse conceito feito especialmente para a vida moderna.

Então, para quem os studios são indicados?

Por serem apartamentos compactos, jovens casais e pessoas independentes são os perfis que mais se adequam aos studios, onde o custo-benefício e a localização são os principais atrativos. Executivos que preferem morar perto do trabalho em dias de semana também são um público bastante presente nos studios, assim como pessoas divorciadas, viúvos ou até casais da melhor idade que procuram espaços mais compactos para viver com tranquilidade, livres de casas ou apartamentos enormes que perderam a utilidade depois que os filhos adultos se mudaram para seus novos lares.

Os benefícios para esses perfis são incomparáveis. Onde mais se encontraria a liberdade que um apartamento compacto oferece em termos de preço baixo, necessidade mínima de manutenção e a qualidade de vida proveniente dos excelentes bairros onde estão localizados. Além do próprio apartamento, outra vantagem são seus condomínios, que oferecem estrutura de lazer e praticidade completos para que os moradores não sintam falta de nada.

porGilberto Britto

Imóveis corporativos como identificar se são de alto padrão

A tomada de decisão de qualquer comprador ou inquilino na hora de investir em um novo imóvel passa por várias etapas. Uma delas – e talvez a principal – é definir o padrão do imóvel desejado. No caso dos imóveis comerciais, a exigência e a cautela são ainda maiores, porque diversos fatores precisam ser minuciosamente analisados, já que o êxito de um novo negócio pode estar ligado ao tipo de imóvel que irá recebê-lo. O preço do imóvel a ser adquirido ou alugado certamente é uma preocupação dos compradores e inquilinos. Mas quando se busca um imóvel de alto padrão, será que avaliar apenas o preço é suficiente para reconhecê-lo como tal? Quais são, de fato, as características de um imóvel de alto padrão? Atenção às dicas:

1 – Localização e potencial de valorização

A localização do imóvel é a primeira e mais importante das dicas, principalmente no caso de imóveis de perfil comercial. Um imóvel só pode ser considerado de alto padrão se o bairro ou região onde ele está localizado também possui essa característica. É preciso considerar o perfil da vizinhança (tanto as outras salas comerciais quanto os moradores da região), a circulação de pessoas em diferentes horários do dia (que afeta diretamente o sucesso de um negócio) e a infraestrutura urbana (facilidade de acesso, iluminação, transporte público, etc.).

Ciente dessas características, o comprador ou inquilino deve estar atento também ao potencial de valorização do imóvel, visto que seu investimento deve agregar valor ao patrimônio da empresa.

2 – Design, certificações e características

Imóveis corporativos de alto padrão geralmente não estão associados a um modelo de arquitetura muito simples. A beleza e a sofisticação de um trabalho arquitetônico mais elaborado não apenas chamam mais atenção dos clientes, como agregam valor ao imóvel em questão.

3 – Profissionais qualificados

Quem é leigo no assunto poderá encontrar dificuldades em avaliar tantos aspectos na hora de escolher um novo imóvel corporativo. Por isso, a relação de conhecimento e confiança com os profissionais envolvidos no processo de aquisição ou locação de um imóvel corporativo é fundamental. A multidisciplinaridade de conhecimentos como estudos de layout e implantação, conhecimento de mercado imobiliário e conhecimento de características técnicas construtivas são fundamentais.

Buscar a experiência de quem é especializado no assunto é altamente recomendável, desde os corretores de imóveis que vão auxiliar na escolha do imóvel de acordo com o perfil desejado, até as referências do arquiteto que assina a obra do imóvel, quando já escolhido, e a reputação da construtora que a desenvolveu.

porGilberto Britto

Seis razões para investir em um imóvel compacto

Pessoas que decidem morar sozinhas ou que possuem famílias pequenas agora podem optar por mais uma novidade no mercado de imobiliário: os imóvel compactos. Eles são uma boa escolha para quem procura por economia e praticidade.

Os apartamentos compactos apresentam um tamanho bastante reduzido, se comparado a residências regulares. Alguns deles chegam a ter apenas 10 metros quadrados. Por conta do pouco espaço, é normal pensar que eles não possuem importância no mercado imobiliário, mas especialistas confirmam que a procura por menos espaço tem aumentado, principalmente entre aqueles que querem economizar.

Casais sem filhos, pessoas solteiras, estudantes e jovens profissionais são os que preferem imóveis com menos espaço. A procura irá crescer ainda mais nos próximos anos para os compactos que nos imóveis tradicionais. Uma das principais vantagens em imóveis pequenos é a facilidade de limpar a casa.

Além dessas vantagens, os apartamentos menores proporcionam outros pontos positivos, como:

1 – Mais aconchego

Moradias menores são famosas por oferecerem ainda mais aconchego, principalmente para aqueles que moram sozinhos ou ainda possuam uma família pequena;

2 – Menos gastos com mobília

Por possuir uma quantidade menor de cômodos, o número de móveis necessários para mobiliar o apartamento também é pequeno. Dessa forma, o investimento para uma mobília completa é mais enxuto.

3 – Decoração barata

Se não tem espaço para muitos móveis, também não exige muita decoração. Decorar o ambiente e deixá-lo ainda mais com a sua cara não exige muitos itens e sai por um preço mais acessível.

4 – Valor mais em conta

Imóveis costumam ter o seu preço calculado a partir do seu metro quadrado, assim os compactos podem ser encontrados com valor bastante acessível devido ao seu pequeno espaço.

5 – Despesas compactas

Há também uma diminuição nas contas de água, luz, condomínio e até mesmo o valor do IPTU é reduzido.

6 – Maior facilidade para revenda

Apartamentos compactos têm sido os mais procurados, tanto pela questão de comodidade quanto pelos gastos reduzidos, tornando mais fácil a sua venda ou locação.

porGilberto Britto

6 estratégias para vender imóveis na planta com mais agilidade

Imóveis na planta, por não existirem na forma física ainda, deixam alguns compradores receosos. Saiba como vender imóveis na planta de forma eficiente!

Após a crise no mercado imobiliário que atingiu o setor nos últimos anos, os imóveis na planta entraram no foco dos clientes. O valor mais em conta e a facilidade de pagamento que esse tipo de imóvel possui é um atrativo maior para quem procura unidades à venda, além disso, uma imobiliária lucra mais com vendas de imóveis na planta, já que a procura por eles é maior.

Entretanto, alguns clientes ainda possuem dúvidas sobre o tramite desse tipo de venda e, por insegurança ou medo, acabam desistindo da compra ou optando por outro tipo de imóvel. O papel do corretor nesses casos é esclarecer qualquer dúvida e estabelecer um contato claro, que transmita segurança aos clientes. Para isso, vamos esmiuçar algumas estratégias de vendas de imóveis na planta nesse artigo. Leia com atenção.

1 – Esclareça quais são as vantagens do negócio

Antes de tudo, o cliente sempre quer saber o que vai ganhar. É papel do corretor evidenciar todos os benefícios que o negócio pode trazer. A principal vantagem de adquirir um imóvel na planta é a economia. Mostre ao cliente que ele economizará cerca de 30%, valor que ele pode usar para outros planos.

Quando você demonstra que o bolso do cliente ficará mais cheio, é mais fácil convencê-lo da vantagem do imóvel. Comprar um apartamento em sua construção inicial permite pagar parcelas mais baixas e melhor diluídas com o andar do financiamento. Além disso, alguns bancos diminuíram os juros para financiamentos de imóveis, sejam eles usados ou novos, portanto a economia fica ainda mais evidente. Outra grande vantagem é ressaltar que o imóvel sempre valoriza com o passar dos anos, portanto é óbvio que os clientes possuem mais vantagens nessa negociação.

2 – Utilize o marketing digital

A tecnologia está cada vez mais a favor do mercado imobiliário, de quem vende e de quem compra. No caso dos imóveis na planta, traçar uma estratégia de venda focada no marketing digital pode ser a chave do sucesso em sua imobiliária. Esse contato, apesar de não ser direto, é mais rápido e traz respostas imediatas de quem tem interesse em comprar ou de quem perdeu o interesse por algum motivo. Outra possibilidade de trabalhar com o digital é poder montar um mailing e poder diferenciar cada cliente, seus objetivos, motivações, necessidades e condições para negociar.

É bom lembrar que a compra de um imóvel envolve o sonho de um indivíduo ou de uma família inteira e nem sempre essa venda é resolvida de forma imediata, aliás, quase nunca acontece dessa forma. Portanto, após traçar o perfil de seus clientes, fica mais fácil trabalhar o relacionamento e a venda em si.

3 – Saiba ouvir mais

A essa altura talvez você esteja se perguntando como traçar estratégias e definir perfis de cada prospect. Não é novidade para ninguém que o corretor atento ao seu cliente é o que mais obtém sucesso em suas vendas. As conversas com compradores deixam claro, além das perspectivas do comprador, quais são os pontos altos e baixos da sua negociação. Faça perguntas diretas, mas também deixe o cliente falar, deixe a conversa fluir de forma natural e assim será mais fácil traçar estratégias de sucesso.

4 – O imóvel é novo

Comprando um imóvel usado é quase certo que o cliente tenha que aguardar algum tipo de reforma ou até tenha que lidar com ela em pouco tempo após a mudança. Já em um imóvel na planta tudo será novo em folha! Problemas hidráulicos, instalação elétrica antiga, problemas na estrutura não estão presentes em um imóvel que acabou de ser construída.

Além disso, um imóvel novo está mais adaptado a vida moderna e as novidades da construção civil e caso a residência não esteja de acordo com o gosto, é mais fácil efetuar alterações em um imóvel em construção do que em um imóvel antigo e já usado, sem contar a vantagem de poder escolher os acabamentos do local.

5 – As facilidades de pagamento em evidência

É óbvio que as vantagens do negócio são inúmeras, mas como já deve ter ficado claro, a maior delas é em relação ao valor monetário pago. Com isso é natural que uma das estratégias que o corretor deve ter em mente é favorecer as facilidades de pagamento que esse cliente conseguirá em uma negociação desse tipo.

Um bom exemplo é ressaltar que o cliente poderá parcelar cerca de 30% da entrada, por aproximadamente 3 anos. Esse tempo é o que geralmente leva para a construção do imóvel e a entrega das chaves para o cliente. Para compradores com dificuldade de dar entrada, isso pode ser uma vantagem. Lembre-se também que o cliente pode financiar direto com o banco ou até usar um financiamento com a construtora, essa última opção permite também estender prazos e descontos para valores pagos à vista. Trabalhe esses argumentos com seu cliente.

6 – Treinamento

Por fim, saber como vender casas na planta não é uma tarefa fácil. Se a profissão em si exige muito dos corretores, é preciso investir no treinamento deles. A qualidade e o potencial de sua equipe podem definir a taxa de conversão. O investimento em treinamento deve ser encarado como uma estratégia essencial para vender imóveis na planta.

porGilberto Britto

Self Storage é o novo nicho do mercado imobiliário

Novas formas de utilização dos espaços prometem aquecer o mercado imobiliário nos próximos anos.

Entre estas tendências está o self storage, atividade que garante a locação de boxes individuais para o armazenamento de documentos e bens de pessoas físicas e empresas..

Para tantos perfis de consumidores, a oferta também precisa ser diversificada. O tamanho dos boxes é flexível, podendo ser desde o espaço para guardar uma caixa com documentos até grandes volumes. Os valores do aluguel são a partir de R$ 40. Esta flexibilidade é um grande atrativo do negócio, pois o empreendedor que está começando, por exemplo, pode alugar um box menor e aumentar o espaço conforme sentir necessidade.

O modelo de self storage tem grandes chances de crescimento diante da realidade do mercado imobiliário no país. Temos imóveis menores e famílias precisando de mais espaço. Os custos da área comercial também estão muito elevados, o que propicia os empresários buscarem alternativas mais econômicas.

De objetos de família a estoque de empresa

O self storage, que mantém forte expressividade nos Estados Unidos há muitas décadas, surgiu no país nos anos 1990, mas só agora desponta como um nicho de mercado com grande potencial a ser explorado. Dentre os motivos para este “despertar tardio” estão a aposta do setor imobiliário na construção de imóveis compactos, o que faz com que famílias precisem de um espaço extra para guardar pertences; a busca de pequenos empresários por menores custos, de modo que eles preferem recorrer ao aluguel do box, em vez de uma loja física maior, para depósito de estoque.

Atividade imobiliária

Desde 2013, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) classifica o self storage como atividade imobiliária, baseado na Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE 6810-2) que enquadra o negócio na subclasse de aluguel de imóveis próprios.

Em abril deste ano, o Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP) promoveu evento sobre o uso de espaços de forma eficiente, e apontou o crescimento da atividade como uma das principais tendências do mercado imobiliário. Atualmente, há cerca de cem galpões que oferecem boxes para locação no país, conforme dados da Associação Brasileira de Self Storage (Asbrass).

Como funciona o self storage

A Associação Brasileira de Self Storage (Asbrass) explica que os galpões das empresas de self storage oferecem boxes individuais de variados tamanhos, conforme a necessidade do cliente. A contratação é feita no molde de contrato atípico para locação de espaço, o que difere do enquadramento de prestação de serviços ou locação tradicional, regida pela Lei de Locações.

Não há exigência de fiador ou cobrança de taxas adicionais, como IPTU, condomínio ou despesas como água e energia. O contrato é mensal e não exige tempo mínimo de permanência. A renovação é automática, e a rescisão ocorre a partir da comunicação ao locador. No documento deve ser inserido o seguro dos bens.

A Abrass alerta que o transporte dos pertences para o box é de responsabilidade do cliente, assim como, o armazenamento. Feito isto, será entregue uma chave para que apenas o locatário e pessoas autorizadas por ele tenham acesso ao espaço. Os galpões são monitorados por câmeras.

Segurança

O diretor de self storage do Secovi-SP e presidente da Asbrass, Flávio Del Soldato Júnior, destaca a segurança deste tipo de negócio. “É uma solução que pode ser usada por pessoas que vão morar fora da cidade por algum tempo e querem alugar seu imóvel para geração de renda, mas querem deixar seus objetos assegurados enquanto estiverem fora”, exemplifica. “Enquanto no storage os contratos são mensais, com renovações automáticas caso não haja desistência, nos de aluguel de imóveis residenciais há um prazo maior, multa rescisória e taxas.”

porGilberto Britto

Plantas flexíveis melhoram experiência do consumidor no setor imobiliário

Agora, plantas de imóveis podem ser facilmente customizáveis, trazendo uma revolução no setor de construção. Estamos vivendo em uma época em que as empresas que oferecem melhores experiências aos clientes são mais bem-sucedidas. Essa medida está motivando mudanças em diversos mercados, inclusive no setor imobiliário. Acabou-se o tempo em que a planta de um imóvel era algo concreto – agora, as plantas flexíveis surgiram para se adaptarem às necessidades dos consumidores, e não o contrário.

Há algum tempo, ao comprar ou alugar um imóvel, os clientes tinham que se contentar com o número de quartos ou banheiros que já existiam. Se o número de membros da família crescesse, não era o apartamento que mudaria, mas sim a família do apartamento.

Os prédios comerciais também não acompanhavam o crescimento de colaboradores nas empresas e a única saída era, novamente, se mudar. Agora, a planta flexível permite que os clientes readéquem e aproveitem o espaço como desejarem, sem limitações.

Existem tecnologias que mudam as plantas de forma temporária e outras de forma mais duradoura. A startup EverBlock, por exemplo, permite uma mudança fácil e rápida no espaço de imóveis ao utilizar blocos plásticos modulares para construir paredes ou móveis. Como um lego, os blocos permitem a construção de uma forma única e sustentável.

Para aqueles que querem uma mudança por mais tempo, mas ainda conservar a possibilidade de mudar quando desejarem, o drywall é o material que está sendo utilizado pelo mercado imobiliário. O drywall são chapas com miolo de gesso e face de papel-cartão que compõem placas em estruturas de aço. A medida é interessante inclusive para quem deseja melhorar o isolamento acústico e térmico.

Fonte: StartSe