Categoria EDUCAÇÃO

porGilberto Britto

7 tendências em tecnologias educacionais

Como sabemos, o momento atual tem sido de constante evolução tecnológica, de mercado acirrado, de grande concorrência entre as escolas, de popularização do ensino híbrido e de famílias cada vez mais exigentes que buscam resultados e qualidade de ensino. Com isso, para se destacar no mercado da educação, faz-se necessário contar com novas ferramentas e tecnologias educacionais.

1 – Gamificação no ensino

A gamificação é uma tendência que usa jogos digitais para atrair os estudantes e engajar as equipes em algum objetivo voltado ao aprendizado. Em geral, os jogos utilizados apresentam alguma bonificação, pontuação e diferentes níveis de dificuldade. O uso da gamificação visa trazer atividades lúdicas para a escola, promovendo o trabalho em equipe, a criatividade, a flexibilidade e o entusiasmo dos jogadores. Dessa forma, o processo de aprendizagem se torna mais agradável, rápido e dinâmico.

2 – Chatbots para esclarecer dúvidas de alunos

Os chatbots — do inglês “chatter”, tagarelar, e “robot”, robô — são recursos possibilitados a partir de um programa de computador capaz de direcionar e incentivar conversas via texto ou voz. Além de esclarecer dúvidas, o chatbot pode ser utilizado para fazer revisões e gerar avisos e lembretes para os alunos. Conforme as questões se tornem mais avançadas ou muito específicas, um professor pode intervir e direcionar a conversa.

3 – Redes sociais como ferramenta de ensino

As redes sociais possibilitam que os educadores disponibilizem conteúdos extras para os estudantes, promovam discussões, tirem dúvidas e façam a mediação de grupos de estudo. Por meio dessa interação, os professores conseguem verificar as melhorias na escrita, a capacidade argumentativa, o interesse em determinados assuntos e a habilidade de seus alunos em elaborar textos. Embora essa seja uma das tendências mais acessíveis, é importante ter atenção aos conteúdos obrigatórios que serão disponibilizados. Como nem sempre todos os alunos têm redes sociais, os professores não podem oferecer todas as informações apenas por esse meio.

4 – Armazenamento em nuvem para materiais didáticos

O armazenamento de arquivos na nuvem permite que o usuário salve e compartilhe dados e arquivos de modo remoto e possa acessá-los em qualquer lugar e de qualquer dispositivo com acesso à internet. Uma das principais vantagens dessa tecnologia é que o aluno pode iniciar um trabalho na escola e terminá-lo em casa (e vice-versa). Além disso, é possível trabalhar com diversos aplicativos e arquivos sem a necessidade de instalá-los em um dispositivo.

5 – Realidade virtual e realidade aumentada em sala de aula

A realidade virtual proporciona uma experiência imersiva, permitindo a aplicação de simulações realistas. É possível proporcionar ao estudante, por exemplo, a experiência de vivenciar outras épocas ou locais. A realidade aumentada, por sua vez, é a integração do mundo digital nas atividades habituais. Os conteúdos podem ser acessados por meio de códigos especiais que geram experiências ímpares de aprendizado, até fora da sala de aula.

6 – Dispositivos mobile como uma das tecnologias educacionais

Os smartphones e os tablets estão cada vez mais presentes na vida de todos os indivíduos e, agora, vêm transformando os métodos educacionais. Por meio dos dispositivos móveis, é possível ter acesso fácil a diversos ambientes virtuais, aplicativos, blogs e sites e unir o mundo dentro e fora da sala de aula. Nesse contexto, é viável, por exemplo, unificar o ensino presencial a um aplicativo que complemente as informações da aula. Dessa forma, é mais fácil capturar a atenção do estudante contemporâneo.

7 – Programação e robótica para estimular a criatividade

A demanda por essas atividades vem crescendo a cada ano. A programação é capaz de ensinar novas formas de analisar e resolver problemas, com uma sequência de passos coesos que um computador ou um humano podem executar de forma efetiva. Dessa forma, a programação é capaz de estimular o raciocínio lógico e a criatividade e de desenvolver habilidades para a solução de situações adversas.

Já a robótica faz a ligação entre o mundo digital e o mundo real, por intermédio de máquinas cada vez mais capazes de interagir com o entorno. Ela também estimula a criatividade e desenvolve o interesse dos alunos pelas áreas da matemática, da física e da engenharia.

porGilberto Britto

Brasil está entre os piores em ranking mundial de educação

O país está em 65º lugar entre 70 nações avaliadas em matemática pelo PISA em 2015. Em ciências, Brasil ficou entre os oito piores.

O Brasil está entre os oito piores países no ranking do PISA de aprendizado de jovens na área de ciências, atrás de países como Trinidad e Tobago, Costa Rica, Qatar, Colômbia e Indonésia. O país ficou na 63ª posição entre as 70 nações avaliadas nessa disciplina em 2015. No Brasil, o PISA foi feito em 2015 com 23.141 estudantes, de 841 escolas das 27 unidades federativas do Brasil.

Leitura

Já em leitura, o Brasil ficou entre os 12 piores países, com uma média de 407, bem abaixo da média de 493 da OCDE. Cerca de 20% dos estudantes de países membros da OCDE, em geral, não atingem o nível mínimo de proficiência em leitura. Em países como o Brasil, o Peru e a Indonésia, há mais alunos no nível mais baixo de proficiência que em qualquer outro nível.

Matemática

O pior desempenho geral do Brasil foi em Matemática, disciplina em que aparece entre os cinco piores países, com uma média de 377 (ante uma média de 490 entre os países da OCDE). No país, 70,3% dos estudantes estão abaixo do nível 2 em Matemática, o mínimo necessário para que o aluno possa exercer plenamente sua cidadania. Em países desenvolvidos, como a Finlândia, essa taxa é de 13,6%.

Desigualdade de resultados

Para a secretaria executiva do MEC, o resultado geral do Brasil é alarmante, já que é inferior ao registro de nações que investem menos que o país em educação. De acordo com o ministério, é possível melhorar os números se as políticas públicas funcionarem. Sobre a desigualdade interna, o estudo destaca que os números refletem as diferenças sociais e econômicas nas regiões do país. Enquanto o Espírito Santo foi o destaque positivo de 2015, Alagoas amargou a “lanterna” do ranking.

Soluções

Como possível solução, é preciso atualizar a base curricular comum por ser essencial à qualidade e à equidade do sistema. É preciso investir na formação dos professores, nos materiais de apoio, nos materiais didáticos e nas plataformas digitais.

Além disso, a secretaria executiva do MEC destacou que os números do estudo da OCDE reforçam a necessidade do estabelecimento da reforma do ensino médio.

porGilberto Britto

A Educação no Brasil nos dias atuais

A educação é de fato um processo natural, que se dá com a pessoa natural. Já nascemos aprendendo e sabendo uma infinidade de coisas importantes. A aprendizagem é um fenômeno natural. A educação deve preparar a pessoa para promover a harmonia, a compreensão, a tolerância e a paz na sociedade. A educação não é um produto que se encontra nas prateleiras dos supermercados, mas é a transmissão de culturas e conhecimentos que recebemos e retransmitimos todos os dias.

A educação não é mérito de um único professor ou de uma única escola, mas é o objetivo de todo docente e de toda comunidade escolar. Ninguém escapa da educação. Em casa, na rua, na igreja ou na escola, todos nós envolvemos pedaços da vida com ela. Para aprender, para ensinar, para aprender e ensinar. Para saber, para fazer ou para conviver, todos os dias misturamos a vida com a educação.

A Classe docente no Brasil atual

Ser professor hoje é uma tarefa bem difícil, mas prazerosa, pois ele precisa se dedicar, e muito, aos estudos, a pesquisa, ao seu desenvolvimento profissional e aos seus alunos.A profissão docente é uma das mais difíceis, pois temos desafios todos os dias, como ensinar o aluno a pensar, a pesquisar, etc.

A situação atual dos professores é semelhante ao século XVIII, em relação ao salário pago. O salário médio do professor brasileiro em início de carreira é o terceiro mais baixo em um total de 38 países desenvolvidos e em desenvolvimento comparados em um estudo da UNESCO.

Com os baixos salários oferecidos no Brasil, poucos jovens acabam seguindo a carreira. Outro problema é que professores com alto nível de educação acabam deixando a profissão em busca de melhores salários. O Brasil é um dos países com o maior número de alunos por classe, o que prejudica o ensino, isto é, existem mais de 29 alunos por professor no Brasil.

A violência que ronda as escolas atinge todas as classes sociais, mas é mais presente nos bairros mais carentes. O motivo, segundo os especialistas, é a falta de estrutura familiar e a carência financeira e muitas vezes afetiva que levam a uma degradação dos valores morais e éticos que norteiam a sociedade.

O Corpo discente no Brasil

O aluno é um agente social que leva para a escola uma série de experiências acumuladas em casa, no trabalho, no clube, na igreja, etc. Essas experiências do cotidiano tornam o aluno capaz de reelaborar os conceitos emitidos pelo professor. É nessa contraposição entre a experiência do professor e a experiência do aluno que o conhecimento se faz. Ser aluno hoje é ser agente de elaboração do conhecimento e isso só acontece quando o aluno debate, exige do seu professor, quando o questiona.

Alguns alunos de hoje não estão interessados em aprender e sim alcançar a média para passar de ano, pois aprender se tornou uma obrigação e não um desejo. Para outros, os alunos de hoje têm estabelecido compromisso com o aprendizado, isto que ele adquiriram o que por muitos anos lhes foram negado o direito de voz, hoje os alunos se expressam livremente, expõem suas opiniões, e isto faz com que os alunos tenha vontade de aprender existindo um compromisso com o seu aprendizado, visto que este se faze por intermédio do próprio aluno.

Há duas classes bem distintas em relação aos alunos de ensino Fundamental e Médio. Os alunos ricos e os alunos pobres. Os alunos ricos estudam na rede particular. Com certeza os filhos dos políticos, industriais, juristas, grandes comerciantes (nobreza e alta burguesia em geral) recebendo como de costume ensino de primeira qualidade, em escola de primeira qualidade, com professores de alto nível, para que o domínio desta “casta nacional” seja perpetuado. Enquanto isso, os alunos pobres (dominados e oprimidos), que estudam na rede pública. Os alunos pobres só querem estudar para “ser” alguém na vida, mesmo que “ser” alguém signifique ser usado e tratado como “coisa” para produzir “coisas”, que acabam dando grandes lucros para os seus “proprietários”.

A Educação hoje no Brasil

Muito já se falou sobre a Educação no Brasil. A Educação em todas as suas dimensões é um desafio. Paulo Freire dizia que não se pode falar de Educação sem falar de amor. O Amor que é um sentimento próprio, terno, quebra paradigmas, barreiras e nos move para a construção de um mundo mais humano e educativo.

Desta maneira, a Educação no Brasil teve personagens ilustres, que souberam amar, e que fizeram ser o que é a Educação hoje, que vivenciamos que continuamos a vivenciar no dia­a­dia.

A formação do Brasil implica necessariamente na estruturação de nosso modelo de ensino porque desde os primeiros anos de nossa descoberta sofremos da falta de estrutura e investimento nessa área. Contudo, aparece o problema do modelo pedagógico adotado nos dias atuais. Neste aspecto ocorre uma polarização ou seja, as posturas mais adotadas em nosso país são justamente a pedagogia tradicional (método fonético) e a escola nova (construtivismo).

De um lado está a escola tradicional, aquela que dirige que modela, que é ‘comprometida’; de outro está a escola nova, a verdadeira escola, a que não dirige, mas abre ao humano todas as suas possibilidades de ser. É portanto, ‘descompromissada’. É o produzir contra o deixar ser; é a escola escravisadora contra a escola libertadora; é o compromisso dos tradicionais que deve ceder lugar à neutralidade dos jovens educadores esclarecidos

As divergências sociais são outro grande problema na Educação. Enquanto há Escolas modernas, com tecnologia adequada, há outras escolas com telhado de palha, bancos de madeira, sem conforto, sem merenda.

Estudar se transformou num sinônimo de decorar. O nível intelectual dos alunos hoje tem caído, razoes pela falta de interesse do aluno e/ou também pelo falta de motivação do professor, que sua razão está em seu pouco salário.

Fonte: Supera

porGilberto Britto

O que é educação de qualidade?

Qualidade, associada à educação, é entendida e trabalhada de muitas maneiras. A maior parte da população opina (muitas vezes induzida pelo governo, empresa privada ou por opiniões alheias) desconhecendo a abundante pesquisa e os acalorados debates sérios que acontecem há várias décadas na América Latina e no mundo.

As famílias e os políticos tendem a se ater ao que está logo à vista: a infraestrutura. Assumem – equivocadamente – que se o prédio é moderno, a educação no seu interior é boa. E, ao contrário: se o lugar é precário ou a educação se faz ao ar livre, presumem – erroneamente – que a educação é má.

Ultimamente, as tecnologias são cobiçadas: ter computadores e internet na escola é sinônimo de modernidade (ainda que usem pouco ou mal) e de emprego no futuro. Não obstante, se pode fazer uma educação péssima em meio aos aparatos eletrônicos e uma educação excelente sem cabos, mais próxima das pessoas e da natureza. A Finlândia é um exemplo de um modelo escolar com um perfil tecnológico baixo.

A avaliação está na moda. Muitos creem que quanto mais avaliação – de alunos, docentes, estabelecimentos etc. – melhor. Isso não é necessariamente assim. Existem muitas avaliações mal pensadas e mal feitas, cujos resultados não revelam nada de significativo e nem levam a reparos. A culpa sempre é colocada nos avaliados, nunca nos avaliadores. A avaliação distrai do importante: a aprendizagem. Ao tirar o prazer da leitura e do estudo, põe uma tensão enorme nos alunos, professores e escolas, fomenta a competição e o engano. Estudar para uma prova não é aprender.

Também é difundida a ideia de que a educação pública é ruim e a privada boa. Há, no entanto, péssima educação privada (mesmo se é muito cara) e boa educação pública. Muitos – pobres e ricos – dizem que é boa a escola que oferece uma segunda língua prestigiosa. Ainda assim, o importante é que os alunos aprendam primeiro em sua própria língua. Isso é um direito e elemento essencial de uma educação de qualidade.

Para os pobres, muitas vezes, a qualidade da escola passa simplesmente por uma comida segura por dia, um professor ou uma professora que não falte, que não maltrate muito e que, oxalá, ao menos entenda a língua dos alunos.

Costuma haver grande distância entre realidades e percepções: na América Latina essa distância é enorme. Há excessiva satisfação com uma educação de má qualidade e baixos resultados de aprendizagem. Quanto menor o nível educacional, mais satisfeitas e mais conformadas as pessoas estarão com o sistema escolar. Por isso, não cabe confiar na opinião como critério para identificar a qualidade da educação.

Muitos poucos se preocupam e se ocupam do mais importante que é como se ensina; o que e como se aprende; o que, como e para que se avalia. O afeto, o interesse, o amor pela leitura, o gosto de aprender e a ausência de medo são ingredientes indispensáveis para uma educação de qualidade em qualquer idade.

Avançar na direção de uma educação de qualidade implica, justamente, que a cidadania se informe melhor a fim de saber por que e como reivindicá-la.

Fonte: Portal Aprendiz

porGilberto Britto

Especialistas debatem em Brasília uso de materiais abertos para ensino e pesquisa

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) no Brasil, em cooperação com o Ministério da Educação e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), reunirá nos dias 28, 29 e 30 de novembro, em Brasília (DF), representantes da educação e pesquisadores do Mercosul para discutir uma agenda conjunta de trabalho em torno dos Recursos Educacionais Abertos (REA) do bloco formado por Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai.

Os REA são materiais de ensino, aprendizado e pesquisa em qualquer meio disponível no domínio público, que foram disponibilizados com licenças abertas, que permitem acesso, uso, redestinação, reutilização e redistribuição por terceiros.

O termo REA foi aprovado durante o Fórum Mundial realizado na sede da UNESCO, em Paris, em 2002. Quinze anos depois, os Recursos Educacionais Abertos entraram definitivamente na agenda de governos e instituições interessados em promover valores como equidade, qualidade e inclusão na educação, cumprindo o Objetivo 4 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU).

No primeiro dia, o foco dos debates que acontecem no auditório da CAPES será a sensibilização de gestores públicos brasileiros para a importância dos Recursos Abertos para a democratização da educação e do conhecimento. Nos dois dias seguintes, representantes de Ministérios da Educação do Mercosul estarão reunidos para apresentar iniciativas, políticas e projetos em torno dos REA, identificar práticas de sucesso, possíveis lacunas e, a partir daí, construir uma agenda de cooperação conjunta, firmando compromisso no âmbito dos países que compõem o bloco internacional de livre-comércio na América do Sul.

Fonte: ONUBR

porGilberto Britto

Qual o ranking do Brasil na educação?

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) divulgou nesta quarta-feira (13) um ranking mundial de qualidade de educação. Entre os 76 países avaliados, o Brasil ocupa a 60ª posição. Em primeiro lugar está Cingapura, seguido de Hong Kong e Coreia do Sul. Na última posição está Gana. Enquanto o topo da lista ficou com os países asiáticos, as últimas 15 posições ficaram com os países sul-americanos Argentina em 62º, Colômbia, em 67º, e Peru com 71º lugar. O ranking foi definido a partir de resultados de testes de matemática e ciências aplicados nestes países. Além dos resultados do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa), foram analisados o TIMSS, dos Estados Unidos, e o TERCE, aplicado em países da América Latina.

Avaliação

O Pisa avalia conhecimentos de leitura, matemática e ciências dos adolescentes. O Instituto de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), órgão do Ministério da Educação (MEC), é quem aplica a prova no Brasil. O Pisa avalia conhecimentos e habilidades que capacitam os alunos para uma participação efetiva na sociedade. A avaliação em leitura busca saber qual é a compreensão, o uso e a reflexão dos estudantes sobre textos escritos para alcançar objetivos. Já na matemática a intenção é medir a capacidade de atender suas necessidades no mundo para, por exemplo, expressar ideias bem fundamentadas. A principal finalidade do programa é produzir indicadores dos sistemas educacionais. São avaliados alunos na faixa dos 15 anos, idade em que se pressupõe o término da escolaridade básica obrigatória na maioria dos países.